Bronny James ganha chance como titular — mas quem controla a noite é o elenco veterano

O Lakers estava remendado, precisando de criatividade, e JJ Redick decidiu arriscar: titular em Milwaukee. Sem LeBron (ciática), sem Hachimura (panturrilha), sem Marcus Smart (doente) e sem Gabe Vincent (tornozelo), o técnico buscou energia onde dava. E com isso, Bronny fez apenas o segundo jogo como titular na carreira — o primeiro da temporada 2025-26.

Bronny James — Estatísticas x Bucks (15/11/2025)

  • Minutos: 9:48
  • Pontos: 0
  • FG: 0/2
  • 3PT: 0/2
  • Lances Livres: 0/0
  • Rebotes: 1
  • Assistências: 1
  • Roubos: 1
  • Tocos: 0
  • Turnovers: 0
  • Faltas: 1
  • Plus/Minus: –3
  • Starter: ✔️ (2ª vez na carreira)
  • Resultado: Lakers 119–95 Bucks

O contexto parecia pesado, mas o elenco resolveu por ele. destruiu: 41 pontos, 9 rebotes, 6 assistências. controlou ritmo, LaRavia encaixou bem no quinteto, e o Lakers atropelou o Bucks por 119–95, fora de casa. Uma noite tranquila para quase todo mundo… menos para Bronny.

Nos números, ele mal aparece: 0 pontos (0/2 FG), 1 rebote, 1 assistência e 1 roubo em cerca de dez minutos. Nada de turnovers, mas muita hesitação. Tomou algumas caçadas defensivas, evitou arremessos que estavam ali e, na volta do intervalo, Redick puxou a tomada e encerrou a experiência. Ainda assim: o Lakers está 1–0 com Bronny titular este ano. E a internet não precisa de muito mais do que isso.

O pós-jogo virou show paralelo. Austin Reaves brincou:

“E se a gente inverter? Bronny no time principal, LeBron na G League? Divertidíssimo.”

X (ex-Twitter) explodiu: memes comparando o “combo Bronny + Luka” a 41 pontos; piadas sobre nepotismo; defesas apaixonadas dizendo que “ele fez o trabalho sujo”. Um thread viralizou chamando Bucks x Lakers de “Battle of Nepotismia”, já que Thanasis Antetokounmpo jogou do outro lado — e, curiosamente, Bronny teve um impacto um pouco maior do que o grego (Bronny: 2 pontos em 12 minutos).

Se você corta o ruído e olha para o que importa, a história é mais simples: é desenvolvimento. Ele tem 2,3 pontos, 1,0 rebote e 1,9 assistências por jogo, em minutos curtos. A rotação está abrindo espaço por necessidade, não por hierarquia. E isso pode ser bom.

Bronny não está pronto, e ninguém sério diz que está. Mas ele está na quadra. Está sentindo o ritmo. E numa temporada longa, isso conta — mesmo que o boxscore diga o contrário.

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